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As Belezas do Cosmos: Galáxias

 

Texto originalmente postado em meu blog pessoal (www.agloriousdawn.net) com o título “As Belezas do Cosmos X – As Galáxias”.

Disponível neste link: http://www.agloriousdawn.net/2011/07/as-belezas-do-cosmos-x-as-galaxias/


Neste artigo colocarei fotos e pequenas descrições das mesmas. Maiores comentários apenas no final. Pois bem, comecemos.

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Esta é uma foto panorâmica do céu noturno, mostrando a nossa galáxia: a Via Lactea. Mais informações no site APOD – Astronomy Picture of the Day.

Você também pode ver uma versão interativa em alta resolução dessa imagem neste link: http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html

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Esta é a galáxia UGC 1810. A distorção apresentada por esta galáxia, que a faz ter a forma de uma rosa, é provavelmente devido a interações gravitacionais (uma quase colisão). Mais informações no site APOD – Astronomy Picture of the Day.

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A Galáxia do Sombrero (M104): tem 50.000 anos-luz de diâmetro e está a 28 milhões de anos-luz da Terra. É um dos mais belos ângulos de visão de uma galáxia, de todas as já fotografadas pelo Hubble. (Informações de Hubble Site.)

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Galáxia espiral M81: é uma galáxia espiral semelhante à nossa, a Via Láctea, e é uma das galáxias mais brilhantes que podem ser vistas da Terra. Os braços espirais do são compostos de estrelas jovens, azuladas e quentes, formadas nos últimos milhões de anos, enquanto o bojo central contém estrelas mais velhas e mais avermelhadas. É uma das fotos do Hubble com coloração mais bela. (Informações de Hubble Site.)

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A Galáxia do Rodamoinho (M51) e sua companheira: a grande Galáxia do Rodamoinho (à esquerda) é conhecida por seus braços espirais bem definidos. Sua importância pode ser o resultado do cabo-de-guerra gravitacional entre a Galáxia do Rodamoinho e sua pequena galáxia companheira (direita). (Informações de Hubble Site.)

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Coração da Galáxia do Rodamoinho (M51): Esta imagem do centro da Galáxia do Rodamoinho mostra a luz visível das estrelas, assim como a luz emitida pelo hidrogênio. Aglomerados de estrelas brilhantes, destacados em vermelho, derramam luz emitida por átomos de hidrogênio. “Esporos de poeira” intrincados se ramificam em torno dos braços espirais principais. É mesmo uma imagem belíssima. (Informações de Hubble Site.)

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Galáxias em colisão, deixando um rastro de estrelas (NGC 4676): este par de galáxias (NGC 4676), também conhecido como “O Rato”, devido à sua cauda de estrelas e gás, colidiu e vai, eventualmente, se fundir em uma única galáxia. Fluxos de material foram arremessados para fora das galáxias devido à força da gravidade, provocando o nascimento de novas estrelas. (Informações de Hubble Site.)

É uma imagem aterrorizante (afinal, nossa galáxia, a Via Láctea, está em rota de colisão com Andrômeda – NGC 224 ou simplesmente M31), contudo, é tão bela quanto a imagem de um vulcão em furiosa erupção, ou a uma filmagem de um furacão destruindo tudo em seu caminho. É mesmo uma beleza aterradora.

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Galáxia Espiral M74: Nós brilhantes de gás incandescente iluminam os braços da galáxia espiral M74, indicando um ambiente rico em formação estelar. Messier 74, também chamada de NGC 628, é ligeiramente menor do que a Via Láctea. (Informações de Hubble Site.)

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Galáxia Espiral M101: este disco espiral gigante de estrelas, poeira e gás tem 170 mil anos-luz de diâmetro, ou quase o dobro do diâmetro da Via Láctea. Estima-se que a M101 tenha pelo menos um trilhão de estrelas. Cerca de 100 bilhões delas poderiam ser similar ao nosso sol. (Informações de Hubble Site.)

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Galáxia Espiral NGC 3370: os braços espirais intricados contêm áreas de formação de novas estrelas nesta galáxia empoeirada. Esta galáxia, que fica a cerca de 100 milhões de anos-luz de distância, na direção da constelação de Leão, foi o lar de uma supernova que surgiu em 1994. (Informações de Hubble Site.)

Concluindo…

Claro, a beleza é algo subjetivo, portanto varia de pessoa para pessoa. Assim, esta foi apenas a minha escolha, a sua pode ser diferente. 😉

O Cosmos é muito maior do que o maior tamanho que você jamais imaginou. Há certo debate em relação à forma dele (se esférico, cilíndrico, etc – sempre em 4D, não 3D), mas há certo consenso quanto a ele ser finito (e não infinito, como muitos pensam).

É um “lugar” imensamente belo e violento, com suas incontáveis formas diferentes de suas incontáveis galáxias. Veja abaixo a simulação da colisão entre duas galáxias.

E, abaixo, um vídeo do astrofísico Neil deGrasse Tyson falando sobre isto.

O vídeo não tem legendas, mas dá pra usar o sistema de transcrição e tradução do áudio do Youtube: coloque o mouse sobre o ícone “CC” do player, clique em “Transcrever áudio” e confirme; novamente, coloque o mouse sobre o ícone “CC” do player, clique em “Traduzir legendas”, selecione “Português – Português” e confirme. Pronto. 😉

Como dica final, acessem a seção de Wallpapers do Hubble Site. Há imagens belíssimas lá, que você pode baixar e usar em seu PC gratuitamente. 😉


Texto originalmente postado em meu blog pessoal (www.agloriousdawn.net) com o título “As Belezas do Cosmos X – As Galáxias”.

Disponível neste link: http://www.agloriousdawn.net/2011/07/as-belezas-do-cosmos-x-as-galaxias/

Autor(es):

Mário César Mancinelli de Araújo

Sou formado em Engenharia de Software e QUASE em Ciência da Computação (não concluí). Pretendo, agora, fazer astronomia na USP assim que possível para, depois, me especializar em astrobiologia. Sou um apaixonado pela ciências em geral e gosto muito de investigar alegações extraordinárias (como a ufologia, por exemplo).

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