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Efeito Scharnhors afirma que termos da velocidade da luz estão errados.

 

Efeito Scharnhorst

Viajar mais rápido que a velocidade da luz pode ser possível, mas apenas entre distancias muito pequenas, e somente porque a velocidade da luz da forma como pensamos ser (absoluta e imutável) está gradativamente diminuindo e ficando cada vez mais lenta. Aqui está o porque de entendermos a velocidade da luz de forma errônea e diferente do que ela realmente é.

Pensamos na velocidade da luz como o limite máximo de todos os objetos do universo.
O que nos faz esquecer que é perfeitamente aceitável de ir muito além deste limite de velocidade.
Sempre que a luz bate em qualquer objeto transparente ela diminui sua velocidade; mesmo se o material for o ar ou diamantes d’água. Falando generalizadamente, quanto mais denso o material, mais a luz tende a diminuir sua velocidade. Este abrandamento é um tecnicismo; os fótons raramente vão muito abaixo do que consideramos velocidade da luz, mas eles interagem com vários objetos em seu percurso, e a enorme quantidade de desvios junto as interações entre uma extremidade a outra os torna mais lentos. Ou seja, a luz viaja a um nível ligeiramente inferior do que os livros de física chamam de constante “c”, e o único lugar em que ela seria completamente livre para se mover a velocidade “c” seria no completo vácuo.

Recentemente fora abordado sobre a espuma quântica. Espumas quânticas, pensam os cientistas, surge da massa de pequenas partículas de dentro e fora da existência do vácuo. Essas pequenas partículas deveriam também interagir com a luz enquanto ela se move através do suposto vácuo. Esta interação deveria ser muito fraca, mas ainda assim desaceleraria a luz.

Isto pode ser um ponto inteiramente teórico, aonde não há circunstancias sobre qual o destino dessas partículas no vácuo quando reduzem de velocidade. Mas há um exemplo de quando e como elas podem. Em meados de 1990, cientistas observaram o efeito Casimir. Todas as partículas no vácuo podem também ser descritas como ondas, coloque duas placas juntas e caberão menos ondas entre cada lado delas. Elas são empurradas umas as outras.
Este espaço entre as duas placas necessariamente tem menos partículas que o espaço a sua volta, ou que o vácuo do espaço exterior. O físico Klaus Scharnhorst, figurou que a menor densidade das partículas aparecendo e reaparecendo no espaço dentre as duas placas permitiria a luz a ir mais rápido do que pensamos ser velocidade da luz. Gabriel Barton, outro físico, chegou a mesma conclusão independentemente. Obviamente, este é um teste de desafio técnico; Até mesmo se confirmado, a pequena distancia sobre a qual estas partículas viajariam mais rápido que a luz é mais teórica do que prática. Mas isto não deixa de ser um meio de ir mais rápido que a luz da forma que a conhecemos.

Autor(es):

Sergio Panceri

Sou um escritor paranaense com certo fascínio pela ciência desde que me entendo por gente. Me torno mais fascinado ainda quando o assunto é sobre astronomia.

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